O mundo só vai mudar se começarmos a ter pensamentos e atitudes sustentáveis. Por isso estou lançando a campanha “ECONOMIZE ÁGUA… TOME BANHO JUNTO!”
NÃO! Fim de artigo!
Ok, ok. Vou me justificar. Creio que todo mundo já teve um relacionamento onde os conflitos eram comuns. Brigas e mais brigas. Ideologias diferentes, gostos diferentes, costumes diferentes. Sendo assim, resolvem ceder. Mudanças vão ocorrendo aos poucos. O cara começa a freqüentar lugares que não gosta para agradar a mulher, esta começa a ouvir músicas que odiava pra agradar o namorado, os filmes passam a ser sangrentos, as festas mais familiares, tudo parece ir muito bem, mas não. Todos esses programas, todos esses gestos, toda esta mudança tem um preço muito alto. Cada vez que você cede, cada vez que você resolve abrir mão de quem é para agradar quem está do lado, vai crescendo um sentimento de “estou me esforçando”. É um sentimento perigoso. Você acaba mudando pela pessoa, e não pela necessidade de mudar pelo casal. Eis que vem a primeira briga após isso…
Tudo o que vai passar na sua cabeça é:
- Que desgraçada! Eu to me matando, me esforçando ao máximo pra fazer os agrados dela e ela vem me torrar o saco? Vai pra puta que pariu, caralho! Vai tomar no cu pra sempre! Vai chupar um canavial de rola! Vai comer patinha de gnomo pela bunda, porra!
E sabe o que vai passar pela cabeça dela?
- Que desgraçado! Eu to me matando, me esforçando ao máximo pra fazer os agrados dele e ele vem me torrar o saco? Vai pra puta que pariu, caralho! Vai tomar no cu pra sempre! Vai chupar um canavial de rola! Vai comer patinha de gnomo pela bunda, porra!
As brigas ficam piores. O sentimento de que o próximo está sendo ingrato começa a dominar toda a vontade de continuar mudando pela pessoa. É simples, rápido, prático e fácil. Leia mais…
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