Você sabe qual é o dia da semana que as mulheres ficam mais carentes?
Não? Nem eu, pra falar a verdade. Não dá pra prever o comportamento dos seres mais imprevisíveis deste planeta. Mas não custa nada tentar, né?
Foi então que resolvi fazer uma enquete. Na minha breve pesquisa, teve gente que falou que o “Dia da Carência Feminina” era domingo. Mas Domingo é o Dia da Preguiça, logo não podia ser o da carência. Além do mais, as baladas de sábado à noite não terminam antes das 7h da manhã do dia seguinte e é grande a chance do esfrega se estender até o café-da-manhã do domingão. Teve também quem dissesse que era Sexta-Feira porque todo mundo está carente e só pensa em sair pra pegação. Mas eu partilho de outra opinião.
De acordo com minha vivência, a maioria das mulheres atinge o pico de carência, vulnerabilidade e mimimi na 4a-feira! Vou pegar o exemplo de uma solteirona, mas a hipótese é válida para qualquer fêmea de respeito. Afinal, pensa que é fácil lidar com essa tormenta de estrógeno todo dia?
Segunda-feira: Ela levanta da cama desanimada porque tem que trabalhar, mas tudo que consegue é pensar em como o fim-de-semana foi MA-RA-VI-LHO-SO. Finalmente, pegou aquele gatinho do Jonas que ela estava paquerando há tempos e já está louca pra sair com ele na próxima 6a-feira de novo. Resultado: Ela fica o dia inteiro avoada. Leia mais…
Que sexo é bom todo mundo sabe, mas ele pode ser ainda melhor. Uma pesquisa realizada pela University Of Colorado Boulder, nos Estados Unidos, comprovou isso. Quando a pessoa acredita que a sua vida sexual é melhor do que a dos amigos e vizinhos, a felicidade que ele sente é muito melhor.
Ainda de acordo com o estudo, quanto mais regular for a rotina sexual, mais felizes as pessoas ficam. Aqueles que mantém relações uma vez por semana eram 44% mais felizes do que os que não praticaram por um ano. Também, né? Como que fica feliz ficando 1 ano sem dar uma descabelada no palhaço? Em contrapartida, os que mantinham relações de duas a três vezes por semana, demonstraram ser 55% mais felizes.
Mas a pesquisa deixa bem claro que não basta fazer sexo para ser feliz, é preciso acreditar que a vida sexual é melhor do que a dos amigos. Aqueles que mantinham rotina, mas acreditavam que os colegas se divertiam mais, demonstraram ser mais infelizes do que os que apostavam ter vida sexual melhor.
Se gabar após uma boa foda não é crime, é apenas uma busca pela felicidade. As informações são de um estudo coordenado pelo professor de sociologia, Tim Wadsworth, que analisou dados coletados entre 1993 e 2006 para a General Social Survey, pesquisa feita desde 1972 e monitorada pela Sociedade Americana de Psicologia.
Teu gosto músical não é necessário para ler esse texto, mas sim teu senso crítico.
If today was your last day – Nickelback
“Meu melhor amigo me deu o melhor conselho
Ele disse “cada dia é um presente e não um direito adquirido”
Deixe nenhuma pedra sem mexer
Deixe teus medos para trás
E tente ir pelo caminho pelo menos percorrido pois
Aquele primeiro passo que tu dá é a mais longa caminhada
Se hoje fosse teu ultimo dia, e amanhã fosse muito tarde
Tu poderia dizer “adeus” para teu passado?
Tu viveria cada momento como ultimo?
Deixaria as lembranças para trás?
Doaria cada centavo que tu tem?
Se hoje fosse teu ultimo dia
Na contramão deveria ser o estilo de vida
O que vale o preço é sempre lutar pelo que vale a pena
Todo segundo conta pois
Não existe segunda chance
Então viva como se tu nunca tivesse uma segunda chance
Não vá de corona em tua própria vida
Se hoje fosse teu ultimo dia, e amanhã fosse muito tarde
Tu poderia dizer “adeus” para teu passado?
Tu viveria cada momento como ultimo?
Deixaria as lembranças para trás?
Doaria cada centavo que tu tem?
Se hoje fosse teu ultimo dia
Tu ligaria para aqueles amigos que tu nunca vê?
Relembraria velhas memórias?
Tu perdoaria teus inimigos?
Tu encontraria aquela(aquele) de teus sonhos?
Te curvaria diante de Deus e juraria
Que finalmente está apaixonado?
Se hoje fosse teu último
Tu conseguiria seguir após curar um coração partido?
Sabe, nunca é tão tarde
Para buscar as estrelas
Independente de quem tu é
Então, faça o que for preciso
Pois tu não pode voltar
Um momento desta vida
Deixe nada [te atrapalhar] em teu caminho
Pois as mãos do tempo nunca estão ao teu lado”
Considero-me um cara com gosto eclético para música, mas o que gosto mesmo é analisar e entender a mensagem das músicas que escuto. Salvaguardadas as preferências musicais da cada um, fiquei escutando por horas a fio a música acima, pensando em cada uma das perguntas, analisando cada afirmação e buscando…
Bem eu tenho minhas buscas, minhas neuroses, meus feridas abertas, meus pulsos abertos e um monte de vontades. Em uma sociedade onde pouco se pensa a médio prazo e menos ainda quando o assunto é longo prazo, uma pergunta ecoou na mente: estou realmente evoluindo como ser humano e como pessoa?
[Mal-]Acostumados ao dinamismo nessa constante, e porque não dizer “louca” evolução da tecnologia, onde acesso a informação ficou mais fácil e o contato com as pessoas ficou mais rápido é difícil pararmos e analisar questões como deixar o passado pra trás, manter contato REAL – não virtual – com os amigos menos chegados, admitir o medo de um bocado de coisas e ainda assim “vai dar conta”, não se acovardar ante a uma decisão que venha te devorar por dentro – sim, estou falando daquela decisão RACIONAL, com base em fatos e acontecimentos que vai contra ao que sonhamos (ou convenientemente nos iludimos).
Entretanto, destaco uma parte em especial da música: Não vá de corona em tua própria vida. Tu já parou pra pensar quantas pessoas vivem assim e nem fazem idéia? Tu já parou pra pensar nas vezes tu deixou “a vida te levar?”. Sim, estou falando daquele projeto que tu pensou em fazer e não saiu do papel e tu, inteligentemente, arrumou vinte e nove desculpas diferentes pra justificar uma mentira que tu contou pra ti mesmo. Sim, eu digo “mentira” – nesse caso – porque há muito tempo atrás aprendi que “desculpa” é tirar a culpa própria e jogar em alguém ou alguma coisa. Não sou nem perto modelo pra ninguém, vira e mexe descubro que estou mentindo pra mim pelo simples fato de não querer encarar alguns fatos, mas fico contente por ter o senso crítico de analisar como anda minha visão (e ação) de vida, pois vejo que em todos os ambientes (financeiro, espiritual, físico, profissional, social, familiar e sentimental) tenho uma ação… Às vezes acerto em minhas decisões e colho ótimos frutos, assim como às vezes erro e sofro; porém isso faz parte da vida, mas a diferença é que tanto a vitória ou a derrota foram consequências da minha ação. Não sou do tipo que culpa o destino porque tenho um colega de trabalho que é chato pra caralho ou porque em algum momento da minha vida me apaixonei pela guria errada, mas não concordo com frases do tipo: “o que é pra ser seu será”. O que é pra ser seu será desde que tu faça alguma coisa.
Escutei em um estudo sobre masculinidade que esta – a masculinidade – é uma ação. Tudo depende de ação. Crescer, aprender, tirar nota máxima em uma prova, trabalhar, ganhar mais, trocar de carro, perder o pênalti e fazer aquele comentário pra tua esposa que não tu não deveria ter feito. Já faz tempo que não acredito em papai noel muito menos em coelhinho da páscoa.
Ação… essa é o tema principal da música. Se hoje fosse teu último dia, tu estaria com tua consciência tranquila? Tu foi o melhor profissional que tu pode? Tu trabalhou com aquilo que deva tesão? Tu jogou bola com a gurizada da rua ao lado? Tu teve paciência pra ajudar tua mãe a entrar no youtube pra procurar vídeo de “ponto-cruz”? Tu ficou jogando “angry bird” ontem na aula de… (do que era aquela aula mesmo ontem na faculdade)?
Se hoje fosse teu último dia, qual conclusão tu chegaria sobre tua vida?
Existem muitas formas de se beber. Beber socialmente, beber para afogar as mágoas, pra curtir uma fossa, se esbaldar para lavar a alma, beber todas pra esquecer alguém, liberar o stress e outras mil e uma maneiras. Nós, do MDR, somos entusiastas do álcool (consumido com inteligência) e ele é assunto recorrente em posts aqui do site (leia aqui). Sabemos também dos benefícios do álcool pra quem quer ter uma night mais animada, mas o que quero lhes mostrar hoje é a questão da birita por outro ângulo: a preferência etílica das mulheres.
Estava numa balada em Campinas outro dia e, tamanho o agito, comecei a divagar sobre os drinks que a mulherada pedia no bar: uma Margarita aqui, uma Piña Colada ali, um Bloody Mary acolá e notei que existe uma certa relação entre o comportamento das mulheres e o drink que elas pedem. Obviamente que não é algo escancarado do tipo: “Olha aquela mina pedindo um Sex-on-the-beach…Certeza que curte um rola na areia”, mas sim uma análise mais sutil e que exige perspicácia de quem interpreta a situação.
Nessa mesma balada, reparei que a mulher que chamava mais atenção no meio na multidão estava tomando uma singela Skol Beats, no gargalo. A imagem que ela passava era: curte uma boa balada e, apesar de ser bem gata, não tem muita frescura, já que está tomando cerveja e ainda por cima no gargalo. Isso me fez pensar que cada drink representa um pouco do gosto e do comportamento social das pessoas na balada.
Agora, reflita comigo. O que cada uma dessas bebidas diz sobre as mulheres?
- Coquetel sem álcool = Mulher sem sal, que não curte beber e recrimina quem beba.
- Energético puro = Gosta de bancar a mais agitada e descolada da galera, mas na verdade não pega ninguém porque falta a coragem que as amigas bêbadas têm de sobra.
- Tequila = Pelo ritual com as amigas, geralmente com uma chacoalhando a cabeça da outra, quer demonstrar ao resto da balada: “Uhuuuuuu!!! Solteironas no pedaço!!!”
- Caipirinha = Gosta de bebidas fortes e de ficar soltinha na balada. Costuma alternar momentos de doçura com azedume.
- Margarita = Se você costuma reclamar de mulher sem sal, tome cuidado. Essa pode ter sal até demais.
- Uísque + Energético = Bebida um pouco masculinizada e consumida pelas patrícias que vão na onda dos maurícios.
- Pinga/Cachaça = Para decifrá-la, observe como ela pede a bebida. Se pedir “cachaça”, é uma apreciadora sofisticada de bebidas álcoolicas, quase uma enóloga dos tonéis de carvalho. Se pedir “pinga”, quer encher a lata gastando pouco e dar pro primeiro bebaço que encontrar pela frente.
- Vodka + Energético = De gosto refinado, sabe curtir um agito sem perder a pose. Ótima opção para uma investida de longo prazo.
- Absolut + Red Bull = Quer passar a imagem de ser “moderninha”, mas na realidade é a falsa humilde. Só usa utensílios de marca e é o tipo de mulher-piscina: “Os gastos com manutenção não compensam o tempo que você passa dentro dela”
- Cerveja = depende da marca:
Para os “pegadores de plantão”, vale a dica: fique atento ao drink que a pretendente pedir. Se no dia-a-dia dizem que você é o que você come, na balada você é o que você toma.
Muito se fala das peripécias masculinas no âmbito relacionamental. O homem é isso, o homem é aquilo, ele faz isso, ele faz aquilo. O discurso batido de que nenhum homem presta, que todos os homens são iguais continua eternamente. É fato que muitos homens não tem um pingo de moral e respeito pela mulher que está com ele, mas isso não é uma exclusividade masculina. As mulheres também estão nessa vibe há muito tempo. Nunca concordei com traição, seja ela de que lado fosse. Já levei chifre, já chifrei, e isso só me ensinou uma coisa: escolha bem que você quer que caminhe de mãos dadas contigo. Sempre relacionei a traição com imaturidade e falta de caráter. Mas a coisa é um pouco mais aprofundada, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly. Leia mais…
Eu não sou o sujeito mais normal do mundo, mas estou longe de ser um dos mais devassos. Me definiria como um curioso da vida sexual e me considero aberto a qualquer tipo de sugestão (heterossexual, que fique claro). Mas tem coisas que ainda acho muito difícil de aceitar: fio terra, ter tesão em ver minha namorada dando pra outro, menage à trois com outro homem e por aí vai.
Por outro lado, algumas coisas me instigam bastante a curiosidade. Uma delas é o tal “relacionamento aberto”, relação típica de nossa geração e inimaginável outrora. Por que não aproveitar que vivemos numa época mais liberal que a de nossos pais – e muito mais liberal que a de nossos avós - para tocar o puteiro experimentar relações amorosas de todos os tipos? Afinal, quem nunca pensou em ter um R.A. depois de agüentar a namorada ciumenta enchendo o saco por 3 dias seguidos só porque você olhou pra vizinha gostosa?
Parece fácil, mas na prática a teoria é diferente. Eu que me achava moderninho, comecei a pensar em algumas situações que devem rolar num R.A. e percebi que sou mais demodê que imaginava. É preciso muita maturidade, auto-estima e zero ciúmes. Não sei se estaria preparado hoje. Imagine só você chegar em casa cansado depois do trabalho e dar de cara com sua namorada chupando o encanador que você tinha chamado pra consertar um vazamento no banheiro. Normal, né? Ou você, mulher madura, achar legal ouvir seu maridão contando como é comer a faxineira gostosa que você mesma contratou. Muito modernoso pro meu gosto.
Mas apesar da estanheza que causa, há muitos prós e contras em um Relacionamento Aberto:
Prós:
Contras:
Depois de analisar todos os prós e contras de um R.A., vejo que seria muito interessante embarcar numa aventura dessas, mesmo que não durasse muito tempo. Nem que seja só pra poder olhar pro seu filho no futuro quando ele perguntar “Papai, você aproveitou muito a vida quando era mais novo?” e responder: “Ah filhão (suspiros)…Só Deus sabe. Mas o que importa é que tudo que vivi me fez dar mais valor a sua mãe hoje em dia”. Pois é…mas enquanto não aparece uma oportunidade, vou curtindo minha vidinha de solteiro errante.
E fica a dica pra você, que se acha todo malandrão ou malandrona. Começou um Relacionamento Aberto e quebrou a cara?
Não sabe brincar, não desce pro play.
(Por Guilherme Archas)
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